Chase – 1×05: Gone Girl

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“Filmes não criam psicopatas, só os deixam mais criativos”.

Foto:

MEEKS, Jamie.

Spoilers abaixo:

1After 84 years, it’s here! Estamos à beira da finale de Chase e a palavra-chave é uma só: metalinguagem. O novo episódio nos apresenta de forma clara como são mesclados elementos da franquia Pânico, inspiração principal, ao seu próprio roteiro. Ao associar o jogo do tão falado Catface aos personagens da famigerada quadrilogia, o diretor explica a série pela própria série.

Taylor some misteriosamente e o episódio começa com o (divo) Jamie Meeks especulando o que pode ter ocorrido, com as outras garotas. O cerco está se fechando e Amy, Chris e Nancy passam por um verdadeiro caos ao tentar encontrar a final girl. “AD DESIPOTO COESLA” – o que será que isso significa? Façam suas apostas.

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“Gone Girl” também nos trouxe uma cena picante entre Jamie e Nancy (parece uma
pornô) após discutirem filmes mil. Posso falar? Não vou mentir… adoro! Boas vindas ao casal Jacy, apenas espero que estejam vivos até a próxima temporada. Não posso esquecer de mencionar os ângulos e jogo de câmera tiro no ep, principalmente nessa cena.

6Eis que chegamos ao clímax do episódio: em uma sequência frenética e assustadora, Amy recebe ameaças de Catface. Acredito que o jogo de perguntas tenha rendido vários gritos pelo público da série. E só eu percebi dois assassinos, um com Amy e um Taylor – que, por sinal, queria star morta no cativeiro da compositora em um dos esconderijos do tão temido psicopata? Estaremos de olho.

Mas como nem tudo são flores, pipoca, vinho e Netflix, também há pontos bem fracos em Chase e é meu dever apontá-los. Primeiramente, o que ainda mata a série aos poucos é o terrível tratamento de imagem. Tudo bem que isso não é tudo em uma produção e o roteiro já se provou poderosíssimo, porém uma boa qualidade visual ajuda muito e atrai diversos fãs. Vale a pena juntar dinheiro e investir em melhores recursos.

5Em segundo lugar, algo que me incomodou foram as falas não sincronizadas e postas de forma abrupta nas cenas. Enquanto o Jamie falava, a Amy já emendava e ofuscava a fala dele, por exemplo. Ok quando isso é intencional e se quer mostrar um intérprete interrompendo outro, mas não parece ter sido o caso. Pra mim, isso tira a naturalidade do diálogo e é algo que pode ser facilmente resolvido.

Apesar dos pesares, reitero os elogios à série, que tem um enorme potencial e merece mais espaço. Fico no aguardo do SF.

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Roteiro 90%
Filmagem 85%
Edição 85%
Trilha Sonora 100%
Entretenimento 95%
90%
Readers Rating 77%
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About The Author

Vicente conheceu a franquia The Sims a partir da terceira geração e em 2012 descobriu a mais famosa comunidade do orkut voltada para vídeos feitos com o jogo. Sempre muito interessado nas produções dos outros diretores, resolveu criar a sua própria, Destinos Cruzados. Além de também já ter feito participações como dublador, é bastante dedicado, responsável e disposto a ajudar com o que estiver ao seu alcance sobre o jogo sempre que possível.